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Dia de campo apresenta técnicas de agrofloresta para o goianiense

“Esta técnica pode ser replicada em pequenos espaços, por quem deseja produzir e consumir os alimentos produzidos na própria residência”, explica o biólogo Murilo Arantes, mestre em ecologia e responsável por conduzir a oficinaNão é de hoje que o quesito sustentabilidade caminha ao lado do agronegócio. A parceria tem dado muito certo e em Goiás há exemplos concretos de integração Lavoura Pecuária Floresta, técnica mais conhecida como ILPF. Em Ipameri, no interior goiano, a Fazenda Santa Brígida é o exemplo mais concreto de que dá certo aliar cultivo e preservação ambiental. E, para não perder o trem e aprender um pouco sobre sustentabilidade no ambiente urbano, os goianienses participaram de um Dia de Campo promovido pela Biapó Urbanismo. A intenção foi propagar as técnicas de agrofloresta, que mistura espécies arbóreas com agrícolas para promover reflorestamento e cultivo de alimentos ao mesmo tempo.

A oficina foi realizada na agrofloresta que está sendo implantada no Parque Cultural Florata, na região Norte de Goiânia, próximo ao Campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás. Os participantes aprenderam como plantar hortaliças agroecológicas sem defensivos e com várias espécies juntas.

Desenvolvida no Brasil desde os anos 1980, pela primeira vez a agrofloresta está sendo implantada dentro de um parque cultural para se tornar mais conhecida e utilizada pelo grande público. “Esta técnica pode ser replicada em pequenos espaços, por quem deseja produzir e consumir os alimentos produzidos na própria residência”, explica o biólogo e mestre em ecologia Murilo Arantes, que conduziu a oficina.

A aposentada Joana Darc Oliveira, de 58 anos, foi uma das participantes da oficina. Moradora do setor Gentil Meireles, ela conta que gosta de mexer na terra e já tem uma horta e árvores frutíferas em casa. Mas, com as técnicas da agrofloresta, quer diversificar ainda mais seu quintal e preparar  um pomar em seu futuro lar, o Condomínio Florata. “Estou encantada em conhecer essa possibilidade de reunir tantas espécies em um só lugar”, contou.

A agrofloresta do Parque Cultural Florata começou a ser cultivada há um ano em área de 8 mil metros quadrados e vai chegar a 50 mil metros quadrados. No local, todos participam do cultivo. Já produziu cerca de 4 toneladas de alimentos – alface, rúcula, cenoura, beterraba, couve, frutas etc –  que estão sendo distribuídos entre os proprietários do Condomínio Florata, que está sendo implantado ao lado do parque, e também para instituições filantrópicas cadastradas.

Portal Revista Safra, com informações da Comunicação Sem Fronteiras

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