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Delegação brasileira pede agilidade nas exportações de suínos à Coreia do Sul

O grupo esteve com membros do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais do país. Foi reiterada a necessidade da celeridade nas tratativas finais com os asiáticos para a exportação de carne suína e evolução nas tratativas para a exportação da carne bovina brasileiraMoacir Neto

Com prejuízo para o mercado interno, as exportações de carne suína seguem em ritmo muito lento. Por outro lado, a China se consolida como principal mercado para o produto catarinense. No mês de janeiro, foram US$ 20 milhões em faturamento com as vendas àquele mercado, mais que o dobro da receita em dezembro do ano passado. No último mês foram 9,7 mil toneladas embarcadas rumo ao país asiático (110,5% a mais do que em dezembro). Mas a Coreia do Sul, contrariando as expectativas, ainda é um mercado a ser conquistado.

Tanto é que o Brasil cobra mais agilidade sobre o assunto. E já enviou uma comitiva à Ásia, chefiada pelo vice-ministro e secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, e acompanhada pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul, Ernani Polo. O grupo teve reunião com representantes do governo da República da Coreia para acelerar tratativas para exportação de carne suína para o país asiático e encaminhamento de outras demandas do agro.

O primeiro encontro foi com representantes do Ministério de Segurança Alimentar e Medicamentos da Coreia. A delegação brasileira esteve com membros do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais do país. Foi reiterada a necessidade da celeridade nas tratativas finais com os asiáticos para a exportação de carne suína e evolução nas tratativas para a exportação da carne bovina brasileira.

Secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação do RS destaca também possibilidades para tratativas relacionadas a aumento do fluxo comercial de carne de frango, bem como negócios envolvendo ovos, derivados de leite e frutas (sobretudo uva e maçā). O arroz gaúcho também foi oferecido aos dirigentes coreanos, neste caso para atenderem nichos de mercado, tendo em vista que o consumo predominante na Coreia é o Japônico e nāo o Índico.

“Percebemos um grande potencial de negócios dos produtos brasileiros, especialmente gaúchos, para a Coréia, que possui um PIB (Produto Interno Bruto) elevado e pretende ampliar mercados, focando também no Mersocul.  A iminente abertura para a carne suína brasileira, em um primeiro momento importada de Santa Catarina, por ser um Estado livre de aftosa sem  vacinação, pode possibilitar, brevemente, um espaço para a produção suína do RS”, avalia Polo.

Portal Revista Safra, com informações da MB Comunicação e Secretaria de Agricultura do RS

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