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‘2018 pode ser um ano positivo para a pecuária’, diz dirigente da Assocon

Na visão do especialista em produção animal pela Texas A&M University, com MBA em gestão de agronegócios pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia, da Universidade de São Paulo (Fundace/USP), o ano pode ser, sim, de recuperação para o setorMoacir Neto

Com o maior rebanho bovino do Brasil, a Região Centro-Oeste se destaca por possuir 70 milhões de cabeças de gado, sendo 22,8 milhões apenas em Goiás. A Região responde por quase 40% da produção nacional. Apesar dos percalços, 2018 pode ser um ano de expectativas mais equilibradas, se considerado o ritmo de retomada da economia. “Não será um ano de altas margens, mas de expectativas equilibradas. Mas acredito que pode ser um ano positivo, com boas oportunidades principalmente para a pecuária intensiva”, avalia o especialista em produção animal André Perrone Reis, 43 anos (foto), médico veterinário e experiente gestor do agronegócio. Ele é pecuarista há 18 anos, período em que está à frente da administração do Confinamento Monte Alegre (CMA), de Barretos (SP), herança do avô, Oswaldo Perrone, proprietário-criador.

Reis, um dos vice-presidentes do Conselho de Administração da Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon), mostra confiança no desempenho da pecuária em 2018, mas é cauteloso. “O consumo interno deve aumentar e as exportações caminham bem”, explica. Na visão do especialista em produção animal pela Texas A&M University, com MBA em gestão de agronegócios pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia, da Universidade de São Paulo (Fundace/USP), o ano pode ser, sim, de recuperação para o setor.

O Confinamento Monte Alegre (CMA) é reconhecido como uma das mais importantes unidades de pecuária intensiva do País. “O CMA surgiu como um tradicional centro de terminação de animais próprios e descarte das vacas de cria da própria fazenda. Hoje, além do confinamento, produz carne com alto padrão de qualidade para exportação, tem sua própria fábrica de ração e administra o boitel para engorda de animais de parceiros”, diz.

A atividade agrícola também ganha espaço em sua propriedade, especialmente cana-de-açúcar e feno. O confinamento engorda cerca de 30 mil cabeças e a expectativa é fechar o ano com 35 mil animais, com peso médio de 21 arrobas. “O confinamento trabalha com capacidade estática de 16 mil bois, adequados aos moldes nutricionais de gestão, lote a lote e estrutura aprimorada com a preocupação do bem-estar animal, tais como: currais modernos e sistema automatizado de irrigação em 100% dos currais”, revela.

Portal Revista Safra, com informações da Texto Comunicação Corporativa

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